Roczen e Cairoli venceram o GP Brasil de MX

23 de agosto de 2010 - 23:45

As vinte uma mil e quinhentas pessoas que estiveram presentes na pista do Parque dos Poderes em Campo Grande, capital do Mato Grosso do Sul,  para acompanhar a antepenúltima etapa do Campeonato Mundial de Motocross MX1/MX2, realizado neste domingo, 22 de agosto, puderam ver de perto no Brasil um dos maiores fenômenos do esporte na atualidade: o italiano Antonio Cairoli. O piloto conquistou seu quarto título mundial no GP Brasil de Motocross. Acompanhe como foi o evento.

Categoria MX2

Na primeira bateria da categoria MX2, quem fez a primeira curva na frente foi o francês Marvin Musquin, piloto da equipe oficial Red Bull/KTM, seguido do alemão Ken Roczen, da equipe oficial Rockstar/Teka/Suzuki. Aos seis minutos de prova, depois do jovem alemão da Suzuki ter perseguido bem de perto Musquin, ele ultrapassou o francês, que além de ser o atual campeão Mundial da categoria, é o atual líder do campeonato.

Na metade da bateria Musquin tentou ultrapassar Roczen, e o francês acabou caindo numa curva descompassada de baixa velocidade, perdendo muito tempo, deixando o caminho aberto para a vitória do alemão da Suzuki. O brasileiro Swian Zanoni, piloto da equipe oficial Honda do Brasil, largou entre os 15 primeiros e se manteve na 11ª posição até os 25 minutos de prova, quando acabou tendo a tela de proteção que demarca a pista enrolada em sua roda traseira, trancado o freio da sua CRF250.

Uma pena já que o mineiro estava fazendo uma ótima prova, sendo o melhor brasileiro até aquele momento na bateria. E nos minutos finais dos 35 minutos mais 2 voltas da corrida, dois pilotos brasileiros acabaram se enroscando e indo para o chão. Thales Vilardi da KTM, e Anderson Cidade da Geração/Yamaha caíram, mas logo levantaram, bateram a poeira e seguiram na prova.

Na segunda bateria da MX2, uma repetição da largada da primeira, com Marvin Musquin na frente e Ken Roczen em segundo. Musquin andou na frente por praticamente toda a prova, sendo perseguido de perto por Roczen. Mas aos 25 minutos de prova, Roczen forçou e acabou ultrapassando o francês, que visivelmente tirou a mão preferindo garantir o segundo lugar, o que lhe dá uma boa possibilidade de conquistar o título antecipado já na próxima etapa do Mundial de Motocross, que será realizada no dia 5 de setembro em Lierop.

Categoria MX1

Na primeira bateria da MX1, quem largou na ponta foi o italiano David Philippaerts, piloto da equipe oficial Monster/Yamaha, seguido do alemão Max Nagl, da equipe Red Bull/KTM. Durante a disputa, Antonio Cairoli largou muito mal, mas foi conquistando posições, até chegar na última volta ao terceiro lugar e na última volta dar o bote em cima de Clement Desalle, da equipe oficial Rockstar/Teka/Suzuki, conquistando assim o segundo lugar na primeira bateria.

A ausência sentida nesta categoria foi a do russo Evgeny Bobryshev, que acabou caindo no salto triplo nos treinos cronometrados de sábado, e o resultado foi uma costela quebrada. Depois de receber a bandeirada, Desalle foi para o box da sua equipe e mostrava toda sua indignação de ter perdido o segundo lugar para Cairoli. E ele acabou sendo consolado por Eric Geboers, chefe da equipe de Desalle.

Na quarta e última bateria oficial do GP Brasil de Motocross, a MX1 largou exatamente às 15:03 horas, com Max Nagl fazendo a primeira curva na frente, com Clemente Desalle em segundo e David Philippaerts em terceiro. Já Cairoli vinha na quarta posição.

Aos 8 minutos de prova, Desalle assumia a liderança, com Nagl em segundo e Philippaerts em terceiro, sendo que em seguida o italiano perdeu o terceiro lugar para Cairoli. Com 11 minutos, Desalle permanecia na frente, mas que já estava em segundo era Cairoli, que empurrou Nagl para terceiro. Desalle levava uma vantagem de 1 segundo sobre o italiano.

Com 13 minutos de prova, o melhor brasileiro era o goiano Wellington Garcia, piloto oficial da Honda, que ocupava o décimo segundo lugar, seguido de Jorge Balbi Jr. em décimo terceiro. Aos 18 minutos de prova, os quatro primeiros eram Desalle, Cairoli, Nagl e Philippaerts. Entre os brasileiros, Balbi e Wellington trocaram de posição, e Marronzinho estava na décima quarta colocação.

Aos 25 minutos decorridos, Desalle seguia na frente rumo a vitória do GP, com Nagl agora em segundo, Philippaerts em terceiro e Cairoli, que levou um tombo, caindo para quarto. Balbi estava em décimo segundo, com Marronzinho agora em terceiro e Garcia em décimo quarto.

Aos 29 minutos de prova Cairoli já havia se recuperado da queda, e voltava a segunda posição, deixando Philippaerts em terceiro e Nagl em quarto lugar. Neste momento da prova Desalle estava 4 segundos a frente do italiano, quando há voltas do final da prova o imprevisto aconteceu: a moto de Desalle parou de funcionar por causa de um problema na parte elétrica da sua Suzuki.

Melhor para Cairoli que aproveitou a falha na moto do rival e conquistou a vitória na bateria, na etapa e conquistou o título de campeão Mundial de Motocross MX1 2010 com antecedência.  “Ano passado vim pra cá me recuperando de uma contusão no joelho e não estava no auge das minhas condições. Este ano, pude mostrar aos brasileiros o verdadeiro Cairoli”, comentou o piloto italiano.

Em segundo lugar ficou o seu compatriota David Philippaerts que também teve um fim de semana sensacional. Ele venceu a primeira bateria de ponta a ponta e, na etapa final, conquistou a segundo posição somando 47 pontos, o mesmo número de Cairoli. O alemão Maximilian Nagl completou o pódio. Steve Ramon foi quarto colocado e o português Rui Gonçalves terminou na quinta colocação.

Logo no início da corrida, o melhor brasileiro foi Rafael Zenni, piloto da equipe satélite IMS/Honda, que largou em quinto, andou um tempo em sexto, mas aí foi perdendo posições. Depois das perdas de posições de Zenni, quem assumiu a posição de melhor brasileiro foi Leandro Silva, piloto oficial Honda, que andou na nona posição, mas infelizmente não conseguiu mantê-la.

No final da corrida o melhor brasileiro foi Jorge Balbi Jr., da equipe 2B Duracell Racing, que terminou na 11ª colocação nas duas baterias, e encerrou em 11º no geral do GP Brasil 2010, repetindo o feito do ano passado quando terminou em 10º lugar e havia sido o melhor no país. Apesar disso, o mineiro acredita que poderia ter feito ainda melhor.

“Ano passado eu realmente competi com os gringos e, este ano, não consegui fazer isso. Estou voltando de contusão e não consegui manter um ritmo forte de prova mas, mesmo assim, fui o melhor brasileiro. Agora tenho um mês para me preparar para o Mundial das Nações e acredito que lá terei um desempenho ainda melhor”, declarou o piloto.

Resultado primeira bateria MX2
1) Ken Roczen
2) Marvin Musquin
3) Arnaud Tonus
4)  Zach Osborne
5) Harri Kullas
6) Jeremy Van Horebeek
7) Joel Roelants
8) Chistophe Charlier
9) Michael Leib
10) Alessandro Lupino
11) Steven Frossard
12) Adam Chatfield
13) Cristopher Castro
14) Thales Vilardi
15) Eduardo Lima
16) Marçal Müller
17) Anderson Cidade
18) Gustavo Amaral
19) Swian Zanoni
20) Humberto Martin

Resultado primeira bateria MX1
1) David Philippaerts
2) Antonio Cairoli
3) Clement Desalle
4) Max Nagl
5) Davide Guarneri
6) Rui Gonçalves
7) Steve Ramon
8) Tanel Leok
9) Josh Coppins
10) Jimmy Albertson
11) Jorge Balbi Jr.
12) Roberto Castro
13) João Marronzinho
14) Rafael Zenni
15) Marcello Lima
16) José Felipe
17) Douglas Parise
18) Ariel Müller
19) Agustin Fearne
20) Mariana Balbi

Resultado segunda bateria MX2
1) Ken Roczen
2) Marvin Musquin
3) Jeremy Van Horebeek
4) Gautier Paulin
5) Steven Frossard
6) Arnaud Tonus
7) Joel Roelants
8) Chistophe Charlier
9) Zach Osborne
10) Alessandro Lupino
11) Harri Kullas
12) Adam Chatfield
13) Swian Zanoni
14) Cristopher Castro
15) Humberto Martin
16) Anderson Cidade
17) Eduardo Lima
18) Marçal Müller
19) Gustavo Amaral
20) Thales Vilardi

Resultado segunda bateria MX1
1) Antonio Cairoli
2) David Philippaerts
3) Max Nagl
4) Steve Ramon
5) Rui Gonçalves
6) Xavier Boog
7) Joshua Coppins
8) Davide Guarneri
9) Jimmy Albertson
10) Tanel Leok
11) Jorge Balbi Jr.
12) João Marronzinho
13) José Felipe
14) Wellington Garcia
15) Rafael Zenni
16) Roberto Castro
17) Clement Desalle
18) Ariel Müller
19) Agustin Fearne
20) Mariana Balbi

Classificação do GP Brasil de MX categoria MX2
1) Ken Roczen – 50 pontos
2) Marvin Musquin – 44
3) Jeremy Van Horebeek – 35
4) Arnaud Tonus – 35
5) Zach Osborne – 30
6) Joel Roelants – 28
7) Steven Frossard – 26
8) Chistophe Charlier – 26
9) Harri Kullas – 26
10) Alessandro Lupino – 22
11) Gautier Paulin – 18
12) Adam Chatfield – 18
13) Cristopher Castro – 15
14) Michael Leib – 12
15) Swian Zanoni – 10
16) Eduardo Lima – 10
17) Anderson Cidade – 9
18) Marçal Müller – 8
19) Thales Vilardi – 8
20) Humberto Martin – 7 pontos

Classificação do GP Brasil de Motocross categoria MX1
1) Antonio Cairoli – 47 pontos
2) David Philippaerts – 47
3) Max Nagl – 38
4) Steve Ramon – 32
5) Rui Gonçalves – 31
6) Davide Guarneri – 29
7) Joshua Coppins – 26
8) Tanel Leok – 24
9) Clement Desalle – 24
10) Jimmy Albertson – 23
11) Jorge Balbi Jr. – 20
12) João Marronzinho – 17
13) Xavier Boog – 15
14) Roberto Castro – 14
15) José Felipe – 13
16) Rafael Zenni – 13
17) Wellington Garcia – 7
18) Ariel Müller – 6
19) Marcello Lima – 6
20) Agustin Faerne – 4 pontos

Etapas restantes do Mundial de Motocross MX1/MX2 2010
14ª Etapa – Dia 5 de setembro – Lierop – Benelux
15ª Etapa – Dia 12 de setembro – Fermo – Itália

Confira como foram as etapas anteriores do Mundial MX1/MX2 2010

12ª Etapa – 8 de agosto – Loket / República Tcheca
11ª Etapa – 1º de agosto – Lommel / Bélgica
10ª Etapa – 4 de julho – Uddevalla / Suécia
9ª Etapa – 27 de junho – Kegums / Letônia
8ª Etapa – 20 de junho – Teutschenthal / Alemanha
7ª Etapa – 6 de junho – Saint Jean d’Angely / França
6ª Etapa – 30 de maio – Glen Helen / Estados Unidos
5ª Etapa – 16 de maio – Bellpuig / Espanha
4ª Etapa – 9 de maio – Agueda / Portugal
3ª Etapa – 25 de abril -Valkenswaard / Holanda
2ª Etapa – 11 de abril – Mantova / Itália

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Comentários

Marcelo disse:

1o. ponto positivo!! Site mundocross kkkkkk
2o. Balbi Jr., Marronzinho, Pipo Castro e Swian
3o. O camarote coberto foi espetacular kkkkkkkkkk (estavamos lá), a galera vibrou muito
4o. David Philippaerts excelente pessoa, Scott Simon muito simpático, Tony Cairoli esse é um piloto de outro mundo de outro planeta, Ken Roczen tbm dv ser de marte vão acelerar assim la na lua hiuahahauhauaui
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faltou apenas um ponto negativo! o locutor era muito ruim! kkkkkkk pq não colocaram o mixirica, o valério, excelentes locutores! mas a decepção foi os boxes esse com certeza ficou devendo! ae Galera de Campo Grande para ano que vem tem q melhorar isso! deixar os pilotos no meio daquelas pedras com certeza foi o cúmulo do cúmulo.

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Não concordo com os valores da internet serem mais caros pois todos que compraram pela internet fizeram uma compra antecipada.

Obs. as empresas que se propõe a fazer um mundial tem q colocar na cabeça que é O MUNDIAL DE MOTOCROSS e não um estadualzinho q melhor falando tem q dar valor aos Estaduais, as empresas que se propõe a fazer O MUNDIAL tem q fazer o melhor e não experimentos para o ano que vem. Ja pensaram se na copa de 2014 forem experimentar soh nos jogos a segurança para a copa de 2018?? péssimo mesmo a organização isso não é do Brasil, não podemos ficar marcados por experimentos e sim temos q ficar marcados por excelente organização!!!

Jorge Soares disse:

Twitter: mundocross
Aê Marcelo !!!

Ohhhhhh looooko meu !!! Hehehehe

Poohhh Mundocross no primeiro primeiro ponto positivo, puxa, isto deixa a gente muito orgulhoso, mas ao mesmo tempo com mais responsa prá fazer um site cada vez melhor.

Os brasileiros andarem muito bem sim, pois os gringos q vieram prá cá saum a nata do MX Mundial.

O locutor ………. bom, o Valério é o Valério. O Chicão há um tempo já naum tem o Motocross como seu foco principal, narrando a Stock Car e outros eventos, e isto prejudica na hora de narrar um evento como o Mundial.

É, os boxes deixaram a desejar, inclusive com problema de abastecimento de água para os motorhomes dos pilotos !!!!!

Mas o pessoal da organização deverá aprender com o erros e melhorar prá pro ano quem vem…….. que venha o Mundial 2011 !!!!!

Um abração aí Marcelo

Jorge

Jorge Soares disse:

Twitter: mundocross
Aê Arnaldo !!

Bem interessante a tua ponderação sobre o GP Brasil de MX 2010, pois em praticamente todos os pontos vc tem razão, inclusive na pista, que pelo terreno plano o construtor fez milagres.

O único senão foi que para ter uma boa visão tinha que se estar em uma arquibancada, pois do chão tu só tinha visão muito ruim.

Valeu pelas ponderações e pelo elogio ao Mundocross. Brigadaum

1 abraço,

Jorge

Arnaldo disse:

PONTOS POSITIVOS:
1º. A PISTA – simplesmente espetacular, traçado excelente, obstáculos perfeitos e apenas 1 lesionado (eu acho piloto russo #777)

2º. BALBI, PIPO CASTRO, SWIAN, MARRONZINHO – Pilotos brasucas que mostraram serviço excelente. (Pow Sr. Wilson Yasuda fala sério não dxar o Swian defender o Brasil isso foi pra acabar! nota 0 para o Sr. Wilson Yasuda)

3o. Os gringos andam d+!!! Stefan Everts showzaço de bola dentro das pistas e fora dela excelente profissional (virei + fã dele ainda)

4o. Antonio Cairolli e Ken Roczen – Pilotos que valeu a entrada kkkkkk

5o. Mundocrosss showzaço de site o melhor no Brasil!

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Pontos negativos:

1o. Que boxes mais ridiculo (sem comentários)
2o. Pq tão caro o preço da entrada Camarote? no final todos os pagantes tiveram acesso aos boxes

3o. TicketTronic muito mals!

4o. Desinformação total dos organizadores!

5o. A falta de público (em consequencia do valor excessivo das entradas!)

Pq o valor tão caro das entradas sendo q a Prefeitura, Governo do Estado, Mormaii bancaram o evento? alguém me explique.

Esperamos que em 2011 se concretize a realização de 2 eventos no Brasil e que Campo Grande de o melhor atenção para o público e equipes, pois somos os palhaços que ficam torrando no sol para assistir a este grande evento que tem o nome de MUNDIAL DE MOTOCROSS.

Marcus disse:

Canelinha nunca mais ,cidade sem infra estrutura nenhuma ,não achei nem caixa elêtronico naquele lugar ,que vive chuvendo e fazendo frio,Campo grande sim terra maravilhosa cheia de mulher bonita,anbiente que combina com o motocross,que é só alegria,me fez bem de mais,sem falar na miça que fui obrigado a ir todos os dias que paraizo. parabems também aorganização do evento,não foi muito boa no atendimento ao público,mas caprichou no principal,que fomos lá ver que foi o motocross.

Jorge Soares disse:

Twitter: mundocross
Oi Marcus !!

Infelizmente Canelinha não tem uma grande infraestrutura, mas tem a sorte de ter cidades próximas q no caso tem muitos hotéis e restaurantes.

O acesso a pista em Canelinha tbém é complexo prum evento grande como o Mundial, criando grande filas de carros para chegarem aos estacionamentos.

Mas por outro lado Canelinha tem o glamour e a tradição de ter grandes eventos de Motocross desde o início dos anos 80.

Mas cada um tem a sua opinião e respeito a sua, e como escrevi ali em cima para o Rodrigo, o pessoal da organização do GP Brasil de Motocross deverá ler estas opiniões e tirar suas conclusões.

Apesar que a decisão de onde será o GP de MX de 2011 passa por uma cidade e Estado que dê boas condições para realizar o evento,, inclusive financeiras !!!

Falowwwww

Abraço, Jorge

Rodrigo disse:

Estou muito indignado com este mundial no brasil. organização 0!!! não esperava que uma cidade como campo grande poderia ter uma organização tão desastrosa para um mundial de motocross. O Box era um lixo pois tenho amigo que anda em cadeira de rodas! Como podem querer trazer um mundial se nem estrutura dão aos pagantes fora isso que paguei R$ 215,00 para poder ter acesso ao padock e no final até quem pagou R$ 50,00 tiveram acesso pq isso?? sem contar que estava vendendo entradas a R$ 200,00 na cidade de campo grande. Quer dizer que fui otário em comprar pela internet? não façam mais corrida em Campo Grande, viagei bastante para ver isso? lamentável! Volta para Canelinha o mundial do ano que vem por favor!!!!

Jorge Soares disse:

Twitter: mundocross
Aê Rodrigo !!

Tiveram mais pessoas que comentaram sobre a diferença de valores. O que normalmente acontece é que pela internet é mais caro pois tem o custo da empresa que faz a intermediação da compra.

No AMA Supercross por exemplo é mais caro comprar pela internet do que nas bilheterias.

Infelizmente num grande evento sempre terá algo que não agrade a todos. Ano passado em Canelinha por exemplo o pessoal pagou R$500,00 pela Vip com a promessa de almoços e bebidas livres no sábado e domingo, e teve gente que passou fome lá !!!!

Mas é isto, com a manifestação das pessoas a organização com certeza irá rever onde errou para corrigir no ano que vem, até p q em 2010 não foi a mesma empresa que organizou em 2009 e por isto não pôde aprender com o evento anterior !!!

E o pessoal da organização do GP Brasil de Motocross costuma ler o Mundocross e irão ter acesso a estes comentários.

Falowwww

Um abraço, Jorge

é Editor do Mundocross, site que foi lançado por causa de sua paixão por Motocross e Supercross. Em 1990 ele começou a escrever sobre motos no Jornal VS, em São Leopoldo, no RS, numa coluna onde escrevia sobre Trilhas, Enduro e Motocross. Depois também escreveu para o Jornal O Pódium, Revista Moto Action. Nestes 24 anos teve experiências em eventos internacionais, como Mundiais de Motocross, AMA Supercross, AMA Motocross, Motocross das Nações e US Open Supercross.

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