Balbi vende o tênis, dá a moto e assusta a mãe

Por Yes Sports | Fotos por Divulgação | 26 de maio de 2011 - 22:15

“Estou horrorizada. Ele nunca fez isso antes”. Assim, Norma Balbi, mãe do piloto de Motocross Jorge Balbi Jr., reagiu ao saber que o filho decidiu vender o tênis e dar a moto. “Depois da queda no Mundial de Motocross, ele saiu com essa ideia maluca do quarto”, contou Norma. Não se trata de piada. Desde 2010 que o piloto de maior expressão do Motocross brasileiro emprestou seu nome à coleção de tênis infantil da Vissi Calçados, de Nova Serrana, Minas Gerais, e deu origem ao ‘Vissi Motocross Jorge Balbi Jr.’

Sucesso nas principais lojas do país, com mais de 60 mil pares vendidos, o tênis é voltado para crianças que calçam de 26 a 34. Como não podia ser diferente, o tênis do Balbi é superincrementado e cheio de detalhes que lembram o estilo off-road do Motocross. Além disso, quem compra o calçado, leva uma minimoto de 30 cm semelhante a que o piloto mineiro corre as principais competições do mundo.

“Essa coleção é inspirada na minha história de vida. Quando ganhei minha primeira motinha, eu tinha 5 anos e só tinha um kichute. Por isso, apostei nesse projeto. Quero que as crianças tenham um tênis que os inspire a andar, correr e acelerar”, afirmou Balbi. A maior novidade, no entanto, é que, agora, esse pesente está disponível por apenas R$69,90 na loja do Balbi: www.balbishop.com.br. São diversas cores para você escolher.

Sobre Jorge Balbi Jr.
Os esportes sobre duas rodas sempre fizeram parte da vida deste belo-horizontino de 28 anos. Sua história de sucesso, pioneirismo e vitórias vem sendo escrita desde que Balbi ganhou sua primeira moto, aos 5 anos de idade. Entretanto, suas conquistas iniciais como piloto profissional foram a base de muitas pedaladas: as primeiras bandeiradas recebidas ao cruzar a linha de chegada à frente de seus adversários aconteceram no bicicross.

Mais tarde, em 1992, Balbi trocou os pedais pelos motores, os saltos curtos por voos inacreditáveis, e as conquistas não pararam mais. Em 1999, assinou seu primeiro contrato profissional, e como cartão de visitas conquistou o título de campeão brasileiro da categoria 125cc. Desde então, ganhou outros três campeonatos nacionais, um sul-americano e já soma mais de trinta títulos conquistados em território verde e amarelo.

Em busca de desafios ainda maiores, Balbi aceitou convites para correr na Europa e nos Estados Unidos e a história de sucesso continuou. No Supercross, o mineiro se tornou o único brasileiro a se classificar para uma final e a pontuar nas provas da competição. Foi ainda o primeiro e único estrangeiro da história a vencer uma etapa do 4-Stroke Nationals, um dos campeonatos mais difíceis e tradicionais dos Estados Unidos.

Além disso, foi o primeiro brasileiro a realizar uma temporada completa do AMA Motocross, primeiro brasileiro a realizar um holeshot no AMA MX, primeiro sul-americano a terminar uma prova do MX entre os cinco, e primeiro brasileiro da história a terminar uma etapa do Mundial entre os top 10. Também foi o capitão da equipe brasileira que, pela primeira vez, classificou o Brasil para a final do Motocross das Nações, Copa do Mundo do esporte.

Confira também o site da fabricante dos tênis do Balbi : www.vissi.com.br

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Comentários

janaina todeschini disse:

Twitter: todeschinijanaa
tamanco do caravana? EU QUEROOOOOOOOO! =DDDDD

todos nos e o nome do brasil pelo mundo noseu guidon.e inpulsionou o motocross nacional com seu acelerador.agora o guerreiro se machuca e ainda tem escutar esses comentarios ridiculos de alguns que nao saben nen sequer andar de moto.brasileiros o povovinho de merda!!!!! [email protected]……

Jorge Soares disse:

Twitter: mundocross
Olá Zenha !!

Vc tem razão, o primeiro foi sim o Roberto Boettcher.

Clique no link abaixo para ver as fotos do feito do Beto Boettcher :

http://www.mundocross.com.br/2011/04/11/foto-historica-mundocross-11/

O Balbi foi o primeiro a fazer uma temporada completa do AMA Motocross, e a Yes Sports (que produziu o texto) errou neste ponto e eu já corrigi ali acima.

Falowww

Jorge

eu disse:

ele vai para de anda ?

Zenha disse:

O primeiro barsileiro a fazer uma temporada completa no mundial de Mx não foi o Roberto Boecther? ( assim que se escreve?)

fabinho974 disse:

hauhauhuahauha tamanco do Caravana…. rsrsrsrs … muito boa!

Beto disse:

Hahahahaha…essa do Caravana foi ótima!!!!!! Havaiana de pau!!!kkkkkk

paulo disse:

Ta saindo o tamanco do caravana o cara de pau

rafael disse:

agora acho que deu pra intender graças a voces galera…hahaha mas enfim.. sou fã nº1 do Balbi .. dificil achar alguem que torça pra ele e acompanhe ele como eu… mas enfim, sem dúvida alguma que ele deveria participar de toda temporada do mundial e do AMA, se ele nao tivesse assinado o contrato com a protork ele estaria na yamaha motoconcepts oficial… mas acontece… logo logo ele fará mais um espetáculo em algum desses campeonatos do mundo…

Breno disse:

Este texto é um press release, mal escrito por sinal. Balbi merece assessoria melhor.

JOAO disse:

ELE VENDE O TENIS DA VISSI E DA UMA MOTO DE BRINQUEDO DE PRESENTE E O SUSTO DA MÃE DELE FOI A QUEDA NA CORRIDA DE DOMINGO.BALBI E O CARA ELE SIM DEVERIA DISPUTAR TODAS AS CORRIDAS DO MUNDIAL OU AMA MOTOCROSS,FICAREI NA TORCIDA PARA QUE ISSO ACONTEÇA.

Douglas disse:

Twitter: dougpoly
confuso…mt confuso!!!

Esly Junior #896 disse:

Twitter: Esly_Junior
Pra quem não entedeu, se trata de um “marketing”

JOAO disse:

EU,ENTENDI FOI SO UMA BRINCADEIRA .

ANDERSON BRITO disse:

não entendi naaaada

murilo/gyn disse:

Eu tambem nao entendi direito, pelo que foi postado ele vende o tenis e da aquela moto em miniatura de presente, mas sendo assim nao entendi o comentario da mae “Estou horrorizada. Ele nunca fez isso antes”, ele nunca fez nada de “graça” antes?

rafael disse:

ele deu a moto pra quem?? nao intendi direito

é Editor do Mundocross, site que foi lançado por causa de sua paixão por Motocross e Supercross. Em 1990 ele começou a escrever sobre motos no Jornal VS, em São Leopoldo, no RS, numa coluna onde escrevia sobre Trilhas, Enduro e Motocross. Depois também escreveu para o Jornal O Pódium, Revista Moto Action. Nestes 24 anos teve experiências em eventos internacionais, como Mundiais de Motocross, AMA Supercross, AMA Motocross, Motocross das Nações e US Open Supercross.

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