Balbi pode ficar de fora da Superliga em Chapecó

Por Assessoria Imprensa Pro Tork | Fotos por Divulgação | 27 de maio de 2011 - 17:15

Na tarde desta sexta-feira, 26 de maio, Jorge Balbi Jr. realizou uma ressonância magnética com o objetivo de se certificar de que não sofreu nenhuma lesão grave na queda durante a disputa da etapa brasileira do campeonato Mundial de Motocross MX1 / MX2, no último domingo, 22 de maio, em Indaiatuba, São Paulo.

O exame constatou a ruptura parcial de um tendão do seu ombro direito, além de um edema. Apesar da recomendação médica de repouso nos próximos 30 dias, o piloto que representa a Pro Tork / 2B / Kawasaki Racing espera estar presente já na terceira etapa da Superliga Brasil de Motocross, nos dias 4 e 5 de junho, em Chapecó, no oeste de Santa Catarina.

“Segundo o médico, minha recuperação pode ser mais rápida por eu ser um atleta. Estou fazendo fisioterapia e espero ficar bem logo. Na próxima quinta-feira, 2 de junho, terei nova consulta, e então veremos se eu poderei defender a liderança da MX Pró ou não. Vou trabalhar para isso, torçam por mim”, falou Balbi.

Jorge Balbi Jr. foi o melhor brasileiro no GP Brasil de Motocross na MX1

Jorge Balbi Jr. foi o melhor brasileiro no GP Brasil de Motocross na MX1

O acidente
Jorge Balbi Jr. foi atingido pelo russo Evgeny Bobryshev logo depois da largada da segunda bateria da MX1. O piloto deslocou o ombro direito com a queda, mas conseguiu sozinho colocá-lo no lugar. Balbi recebeu atendimento imediato e realizou uma radiografia que não apontou fratura. Apesar do acidente, o piloto alcançou o melhor resultado entre os competidores nacionais na categoria, um 19° lugar na classificação final.

Assista o vídeo abaixo e confira a queda do piloto mineiro Jorge Balbi Jr. na segunda bateria da categoria MX1 no GP Brasil de Motocross 2011.

Imagem de Amostra do You Tube

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Comentários

Delcio Bier disse:

Largada bagual do Leandro Silva. Pena ele ter caido depois!

Delcio Bier

é Editor do Mundocross, site que foi lançado por causa de sua paixão por Motocross e Supercross. Em 1990 ele começou a escrever sobre motos no Jornal VS, em São Leopoldo, no RS, numa coluna onde escrevia sobre Trilhas, Enduro e Motocross. Depois também escreveu para o Jornal O Pódium, Revista Moto Action. Nestes 24 anos teve experiências em eventos internacionais, como Mundiais de Motocross, AMA Supercross, AMA Motocross, Motocross das Nações e US Open Supercross.

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