Entrevista com os candidatos a presidência da CBM

Por Jorge Soares | Fotos por Divulgação | 09 de agosto de 2011 - 17:04

Na próxima sexta-feira a maior entidade do motociclismo esportivo brasileiro escolherá o seu novo presidente para o quadriênio 2011/2015, e o site Mundocross traz hoje uma entrevista com os dois candidatos a presidência da Confederação Brasileira de Motociclismo – CBM.

Para não criar nenhum tipo de vantagem para nenhum dos dois candidatos, as mesmas perguntas foram feitas para os dois postulantes ao cargo máximo da entidade que congrega as Federações de Motociclismo no Brasil. De um lado está Firmo Alves, presidente da Federação de Motociclismo do Mato Grosso do Sul – FEMEMS, e de outro Renan Loubak, presidente da Federação Capixaba de Motociclismo – FECAM.

Abaixo as composições de cada uma das chapas registradas para as eleições na CBM :

Chapa Renovação
Presidente: Firmo Henrique Alves – Presidente da Federação do Mato Grosso do Sul
1º Vice-Presidente: Roberto Boettcher – Presidente da Federação de Goiás
2º Vice-Presidente: Juvenal Alves dos Santos – Presidente da Federação do Sergipe

Chapa União
Presidente: Renan da Silva Loubak – Presidente da Federação do Espírito Santo
1º Vice-Presidente: Everaldo Correa da Silva – Federação do Espírito Santo
2º Vice-Presidente: Gilberto Siepierski – Federação do Espírito Santo

Por ordem alfabética, o candidado Firmo Alves foi colocado como o primeiro a responder as perguntas da entrevista aqui no Mundocross. Leia e confira quem você acha tem a melhor proposta para estar a frente da gestão da CBM nos próximos quatro anos.

Mundox – A primeira pergunta das entrevistas é de praxe aqui no Mundocross e não poderia deixar de feita para vocês. Como foi o seu início no Motociclismo e o que te levou a participar de uma Federação de Motociclismo?

Firmo Alves – Desde a minha infância sempre fui um apaixonado por motos, e tenho certeza de que essa paixão irá me acompanhar para sempre. Entrei no mundo do Motociclismo pela porta da frente, como piloto, fui campeão estadual de Enduro e também participei de algumas etapas do Estadual de Motocross. Depois, fui diretor e presidente de moto clube, diretor de competições da FEMEMS e duas vezes vice-presidente da FEMEMS. Assumi posteriormente a presidência da FEMEMS, e me tornei Comissário Técnico da FIM e da CBM, até fazer parte, atualmente, da diretoria da entidade.

Renan Loubak – Eu era piloto de bicicross e fui assistir uma prova de MotoCross em 1981 e fiquei apaixonado pela a modalidade, com pouco tempo estava envolvido com o campeonato  e comecei a correr na categoria nacional, depois passei para categoria importada,  fui indicado para presidente do moto clube de Cariacica,  eleito por dois mandatos e depoisi indicado para diretor financeiro da Fecam, por fim também indicado para Federação Capixaba de Motociclismo, onde  estou à doze anos à frente da instituição.


Mundox – Como será a sua atuação dentro da CBM. Será mais política e administrativa, deixando a parte técnica para os profissionais da área, ou atuará em todas as frente como o ex-presidente?

Firmo Alves – Quero me dedicar com afinco em todos os setores da CBM. Implantarei um modelo de gestão que sonho para um Motociclismo ideal para o Brasil, isso irá requerer da minha pessoa muita dedicação. Um Presidente sozinho não tem tempo hábil para cuidar da CBM que pretendo criar, para que isso ocorra, irei delegar funções a pessoas capacitadas, cada qual na sua especialidade técnica, para que isso vire realidade estou disposto a contratar os melhores profissionais disponíveis no mercado.

Renan Loubak – Será política e administrativa, colocando profissionais da área em todas as modalidades e acompanhando de perto tudo o que está acontecendo no motociclismo estadual e nacional.


Mundox – Que avaliação você faz da mídia especializada em motociclismo no Brasil?

Firmo Alves – A mídia especializada é o bem necessário para que qualquer modalidade esportiva evolua. No Brasil 60% é direcionada ao futebol, 30% aos esportes olímpicos e 10% é pulverizado a uma infinidade de modalidades menos prestigiadas. Cabe a nós, amantes do Motociclismo, fazer essa cultura popular mudar, temos um dos maiores públicos do País, sendo assim, teremos que ter também uma das maiores atenções da mídia. Tenho como um das metas principais do meu plano de gestão, apoiar a mídia especializada, criando mecanismos que possam fazer essas “pequenas empresas” tornarem-se grandes meios de comunicação de massa, só com esse objetivo é que teremos um motociclismo esportivo crescente e vou implantá-lo o quanto antes.

Renan Loubak – Nós temos uma mídia profissional no Brasil, mas falta um apoio maior da CBM e Federações onde são realizadas as competições. Por exemplo nesta etapa do Brasileiro de Motocross na cidade  de Anchieta- ES, a Fecam vai viabilizar para a imprensa: estadia, transporte e alimentação.


Mundox – Você tem um planejamento de gestão detalhado, onde constem os objetivos, metas de melhorias e funções, como por exemplo quem fará e quais as atribuições de quem fará a assessoria de imprensa, assessoria jurídica e assessoria contábil ?

Firmo Alves – Claro, um organograma é o mapa principal de qualquer empresa organizada e é assim que quero executar o meu plano de gestão, fazer a CBM sair do amadorismo no qual ela se encontra no momento e se tornar uma grande associação esportiva profissional do Brasil, sendo em breve uma das maiores associadas a FIM. No futuro organograma da CBM, cada área terá técnicos especializados com seus respectivos setores. Teremos: Diretoria geral, financeira, contábil, médica, jurídica, marketing, jornalismo, trânsito, Mototurismo, Motovelocidade, Motocross, Velocross, Enduro FIM, Rally, Trial, Cross Country, Supermoto, Supercross, Freestyle.

Renan Loubak –  Tenho sim, se eleito vou contratar profissionais para todos os setores relacionados com a CBM.


Mundox – Qual será sua ação em relação ao projeto de isenção de impostos para motos de competição ?

Firmo Alves – Venho acompanhado a criação desse projeto desde o seu nascimento. Ha quatro anos atrás fui a Brasília juntamente com presidente da Federação de Motociclismo de Rondônia, senhor Reinaldo Selhorst, e naquela ocasião aconteceu a primeira reunião com o objetivo de sensibilizar os diretores da Receita Federal para que esse sonho se tornasse realidade, e desde então venho acompanhando passo a passo a evolução desse sonho. Ontem estive pessoalmente com o Senador Valdir Raupp, que é o nosso grande padrinho nesse projeto, e o senador me garantiu que isso deverá tornar-se realidade em aproximadamente dois meses.

Firmo Alves é presidente da Federação do Mato Grosso do Sul

Firmo Alves é presidente da Federação do Mato Grosso do Sul

Renan Loubak –  A CBM tem que acompanhar de perto este processo de isenção e independente do resultado da eleição, já me coloquei a disposição do atual presidente da ABPMX para viabilizar uma reunião com os senadores do Espírito Santo para estar fortalecendo este processo em Brasília.


Mundox – Presidentes de entidades, no caso a CBM, devem receber salários?

Firmo Alves – Infelizmente a lei do Brasil não permite que isso ocorra, com isso começa a grande hipocrisia nacional e digo uma coisa, só iremos sair do amadorismo como o futebol saiu, quando essa tal hipocrisia acabar. Vejam, se um advogado bem sucedido um dia resolver comprar um carro de luxo, ele será visto de forma positiva pela grande maioria das pessoas, mas se isso acontecer com um dirigente esportivo, mesmo que esse seja competente no que faz, ele será classificado como ladrão. Como pode ? Então se uma pessoa for um promotor de eventos, poderá receber benefícios financeiros, mas se o mesmo cidadão o fizer em uma entidade, ele estará cometendo um crime, e será mal visto por todos. Esse tema é polêmico, teremos muito o se que discutir sobre isso, só assim poderemos chegar a um fim comum, que é o bem do nosso Motociclismo.Porém, quero profetizar um assunto: só seremos grande se todos forem beneficiados financeiramente. O atleta só sairá do amadorismo, passando para o profissionalismo, se quem faz o esporte que ele pratica ter o direito de poder sair também. Reflitam sobre isso, por que será só assim que teremos um dia um esporte respeitado por todos. Não quero com essa colocação ser o dono da verdade. Quero com esse tema lançar aqui uma discussão positiva, gerando ideias boas e saudáveis para uma coisa que tanto amamos, que é o Motociclismo, nas suas mais variadas formas de ser praticado.

Renan Loubak – Sou contra o recebimento de salário, e ser for eleito vou propor em assembléia uma ajuda de custo e diárias para o presidente, que terá que ser aprovado pelos presidentes de Federações. O valor para  representar a CBM em eventos  realizados será então da  mesma  forma como funciona no poder público municipal, estadual e nacional.


Mundox – Como será tratada a organização das competições nacionais na entidade. A CBM terá um estrutura para vender as cotas de patrocínio, fechamento de contratos para transmissão de corridas pela TV, fazer a promoção e divulgação dos eventos, a montagem da estrutura e a parte técnica, ou estes serviços terão a contratação de empresas especializadas?

Firmo Alves – Como disse na resposta acima, a nova CBM terá também técnicos especializados em marketing esportivo, mas isso não significa que seremos também o promotor dos nossos eventos. Podemos até ser por um período. Eu não quero reinventar a roda, é só ver como é que funcionam os grandes eventos do mundo, todos tem promotores, inclusive os de motociclismo e como o meu objetivo é ter um Motociclismo sendo transmitido por grandes redes de TV aberta, creio que isso será inevitável.

Renan Loubak – Penso que a melhor forma será a contratação destes serviços por empresas especializadas. Pois assim teríamos um trabalho de maior qualidade e com mais confiabilidade.


Mundox – Para onde irá a sede da CBM após as eleições caso você seja eleito o novo presidente para os próximos quatro anos?

Firmo Alves – Com um mundo moderno em que hoje vivemos, sede física é o que menos importa, como é hoje uma Fórmula 1 ? Importa onde é a sede da FIA ? Claro que não, o que importa é o sucesso dos seus eventos. Até porque os nossos eventos são itinerantes, e nunca tem que ser necessariamente próximo a sede da entidade. Como a CBM não tem até hoje sede própria em um grande centro, o que eu acho que já deveria ter sido adquirido há muito tempo, sendo eleito, levarei a sede administrativa para a minha cidade, que é Campo Grande, por questões de rapidez e economia de custos para a entidade. Além do mais nós (dirigentes) é que teremos que ir ao encontro dos patrocinadores e não ao contrário. Vale lembrar que nunca os nossos patrocinadores estarão no mesmo município e nem mesmo no mesmo Estado, mas nada impede de termos em breve uma sede comercial e também administrativa em um grande centro.

Renan Loubak – Eu moro em Campo Grande (Cariacica)  que fica à dez quilômetros do centro de Vitória, a  capital do Espírito Santo. As vezes demoramos de uma a duas horas para ir ao centro de Vitória, e o mesmo acontece ao retornar pelo mesmo caminho até Cariacica. O ideal seria  que a sede ficasse localizada em Vitória, por ser capital do estado do Espírito Santo, mas devido ao transtorno do trânsito, caso eleito a sede ficaria localizada no bairro Campo Grande no município de Cariacica.


Mundox – Quem serão seus Diretores nas modalidades de Motocross, Velocross, Motovelocidade, Enduro, Rally, Supercross, Moto Turismo ?

Firmo Alves – Isto já foi definido, mas só farei a divulgação após a eleição, o que posso adiantar nesse momento é que serão pessoas ligadas ao meio.

Renan Loubak – Serão indicados pelos próprios pilotos de cada  modalidade, de uma forma bastante democrática.


Mundox – Nos Estados Unidos encerrou neste último final de semana o Loretta Lynn’s, maior campeonato de Motocross Amador do mundo, e que é a base de onde saem os pilotos para as categorias profissionais do AMA Motocross e Supercross. Se está fórmula de fomentar a categoria de base dá muito certo nos Estados Unidos, não é o caso de copiar o modelo deles desde o início, e aplicar aqui no Brasil?

Firmo Alves – Dentro das empresas de Marketing existentes, uma frase é comumente usada no meio que é “nada se cria e tudo se copia”, se essa fórmula é o caminho, por que não seguir nessa direção. Meu desejo é que o esporte evolua, e não medirei esforços para fazer isso se tornar realidade, seja qual for a regra ou o método.

Renan Loubak – Com certeza,  quando comecei a competir no Campeonato Capixaba as categorias eram nacional A, nacional B e importada, depois que assumi a Federação, trabalhamos na criação das categorias de base, hoje temos as categorias 50cc, 65cc, 85cc nacional estreante, intermediária, nacional força livre, mx3, mx4, e mxpró,  com isto ouve um crescimento muito grande no motociclismo capixaba.

Renan Loubak é presidente da Federação do Espírito Santo

Renan Loubak é presidente da Federação do Espírito Santo


Mundox – A AMA tem em seu quadro em torno de 270 mil associados, enquanto que a CBM tem em torno de 10 mil filiados. Se comparadas as proporções de população, a CBM tem muito a crescer no número de filiados. Quais as estratégias de trabalho serão feitas para a conquista de novos filiados na CBM nos próximos anos?

Firmo Alves – Os Estados Unidos da América é um País com uma renda per capita altíssima, incomparável com a do Brasil. Não podemos equiparar de igual para igual um país que nos últimos 70 anos foi a maior potência econômica do planeta com um País que só agora está saindo do terceiro mundo e se tornando mais um dos emergentes (BRIC). Começamos a nos firmar entre os grandes. Somos hoje a 7ᵃ maior economia do planeta, com a metade da população americana, porém, com uma renda per capita muito inferior a dos Estados Unidos. Porém, o futuro promete ser menos distante, já somos a 4ᵃ maior mercado consumidor de motocicletas mundial, o mundo está olhando de forma positiva para o Brasil, empresas e grande eventos estão migrando cada vez mais para o Brasil. Teremos em breve aqui os dois maiores eventos esportivos do mundo que é a Copa do Mundo de Futebol e as Olimpíadas. Ha 10 anos atrás era absurdo levar um brasileiro para o Mato Grosso do Sul, hoje como presidente da FEMEMS, trouxe 36 etapas de campeonatos Brasileiro de todas as modalidades e mais uma etapa do GP Brasil de Motocross MX1 e MX2, que só perde em tamanho para o Mundial de Moto GP. Por que não sonhar em fazer o meu País ser um dos maiores do Motociclismo mundial. Se receber essa oportunidade dos nossos associados, estarei dedicado em trabalhar pelo meu País e pela evolução do nosso Motociclismo, estou preparado para isso.

Renan Loubak –  Procurar fortalecer os campeonatos estaduais no Brasil,  buscando patrocínios para os mesmos, e também acredito que é  de fundamental importância ter  um melhor relacionamento com os presidentes das federações, desta maneira  fortaleceríamos os campeonatos estaduais e conseqüentemente cresceria o número de pilotos filiados às federações e  à  CBM.


Mundox – Atualmente a atuação da CBM é muito mais focada no Motocross, enquanto que as outras categorias não estão recebendo tanta atenção. Quais os planos de ação para atender as demandas das demais categorias que fazem parte da CBM ?

Firmo Alves – Todas as modalidades esportivas devem ser tratadas com o mesmo respeito e é assim que o farei a frente da nova gestão da CBM. Estou decidido que todas deverão ter patrocinadores específicos, para que possam ser alavancadas e respeitadas.

Renan Loubak – Além do motocross  também é preciso conscientizar patrocinadores da importância dos campeonatos brasileiros  destas outras  modalidades.


Mundox – Como vocês irão tratar o caso do ex-presidente Alexandre Caravana, que foi destituído do cargo por problemas nas contas e do prejuízo causado pelo então dirigente a CBM ? E como fica a questão da parte do patrimônio da entidade que acabou ficando com ex-presidente?

Firmo Alves – Abrirei um processo administrativo para apurar as responsabilidades, e comprovado alguma irregularidade a justiça será acionada para que tais atos nunca mais sejam praticados por outro dirigente, e para que volte para a CBM o que é de direito da entidade.

Renan Loubak –  Caso eleito vou fazer um levantamento detalhado de todo o patrimônio  da CBM, e notificar o ex- presidente, o que estar faltando ser entregue à instituição.


Mundox – E para finalizar a entrevista, a palavra e o espaço são seus.

Firmo Alves – Ser presidente da Confederação Brasileira de Motociclismo antes de qualquer coisa é uma honra, caso seja eleito, irei me dedicar com afinco a elevar dia a dia o nome da nossa entidade e do Motociclismo brasileiro pelo mundo todo. Estou preparado para sanear a entidade e resolver os entraves existentes, teremos uma entidade em que tenha como principal bandeira a transparência com seus associados e respeito com seus atletas e patrocinadores. Cuidarei pessoalmente de cada setor, tomando o cuidado de nomear pessoas altamente capacitadas para desenvolver suas funções com maestria e sucesso nos mais variados segmentos da CBM. Sinto bastante tranquilidade em dizer que a CBM é a maior entidade do Motociclismo no Brasil e sempre será, o nome Campeonato Brasileiro é e sempre será só nosso e é só esse nome que é respeitado aqui e lá fora, vamos mudar a entidade e ela mudará para melhor, a entidade será maior ainda e brilhará com toda a certeza nos meios de comunicação. Com a criação de mecanismos que possamos fomentar o Motociclismo, aumentando o número de atletas e de adeptos das “duas rodas”, tenho plena certeza de que esse sonho será possível e se tornará realidade em um breve espaço de tempo, nascendo uma CBM forte e pungente.

Renan Loubak – Gostaria de agradecer por esta entrevista e dizer que já acompanhei   a etapa realizada do pré mundial de Motocross  em Nova Lima, Minas Gerais, todas as etapas do campeonato Mundial de Motocross realizadas em Campos do Jordão, São Paulo, todas as etapas de Mundial realizadas no Jóquei Clube em Belo Horizonte, Minas Gerais, várias etapas de Brasileiro de Motocross  e Supercross. Já realizamos no estado do Espírito Santo, em parceria com a Itacar Motos, oito etapas do campeonato Brasileiro de Motocross. Já realizamos também dez  etapas do campeonato Brasileiro de Enduro de Regularidade, etapa do campeonato  Brasileiro Júnior de Motocross, etapa do campeonato Brasileiro de Supermoto, etapa do campeonato do Brasileiro de Cross Country, campeonatos Estaduais nas modalidades de Enduro de Regularidades, Motocross, Supercross, KM de Arrancada e Wheeling, e apesar de ser piloto de Motocross, tenho uma grande experiência em outras modalidades.

Compartilhe este conteúdo

Comentários

Volney Lima disse:

Um exemplo que vem do futebol é o pres. do S.C. Corinthians Paulista o Andres sanchez; pra quem não se lebra ele fazia parte da administração do então presidente Alberto Dualib, que com ele o Corinthians chegou ao fundo do posso, tanto no futebol quanto nos meios policiais. E Hoje em dia o Andres é presidente do clube, e tem sido ótimo administrador, pois ele com estrágias de Markenting ousadas tem feito o clube decolar ecomonicamente, com contruçã de CT, contratações de grndes jogadores e áté viabilizou a construção de estádio próprio. Lógico que a CBM não é um clube, mas temos que torcer para quem entrar faça uma administração digna e que consiga tornar a CBM grande e respeitada. Quero dizer que ainda temos que confiar em quem for eleito, pois para muitos os candidatos que estão na luta, podem até não ser os melhores para muitos, mas foram os que se colocaram a dirigir a entidade maxima do motociclismo nacional; e eles sabem que não podem cometer mais os erros do anterior. Mas cabe também aos grandes interessados (pilotos e filiados) junto com a entidade com os representa formarem uma comissão e proporem idéias e projetos que sejam relevância em prol das modadlidades motociclisticas, pois só ficar questionando não dá.
Tenho repitido em alguns comentários, que no dia que os pilotos que são as estrelas do meio, se unirem de fato em torno de um projeto ambioso que atendam a eles, patrocinadores e os fã é que daremos uma guinada em termos de popularidade no esporte.
Um exemplo no EUA como foi mencionado na reportagem que acontece um dos maiores eventos nas categorias de base do motocros no Rancho da famosa cantora Loretta Lynn’s; No Brasil temos um dos maiores Parque temático do mundo, que recentemente construiu um complexo voltado ao motocross; porque não eles idealizarem uma competição + ou – nos moldes da competição americana; pois a estrutura eles já tem, e juntaria num evento como este o util e o agradavel, pois os mini-pilotos além de competirem numa bela pista e numa competição de alto nivel, ainda teriam um belo parque para junto com seus familiares relaxarem antes e depois das corridas. Só basta nossos dirigentes quererem, pois não é complicado criar no Brasil um evento assim.
Pra encerrar, independentemente de quem seja o presidente eleito, os pilotos espalhados por este país junto com a ABPMX, formularem um documento e encaminharem a Honda cobrando desta marca imparcialidade nos eventos esportivos em que ela atua, para que a mesma possa sentir a força dos pilotos que muitas vezes compram suas motos Honda as duras penas, e acabam as vezes vendo atitudes questionaveis por parte dos dirigentes da mesma que acabam nos indignando com a mesma. Pois o sol nasce p/ todos, então todos tem direitos de lutarem pelo título de qualquer competição e com qualquer equipamento.

Alberto Fernandes disse:

Sem comentarios,,, um candidato deveria estar na politica e não no motocross, e o outro, nem sabe direito onde esta e fazia parte da corja do Caravana……… E nós pilotos, teremos que ver isso acontecer sem nada a fazer, pois, quem decide não somos nós e sim os presidentes das federações que trocam votos por favores, beneficios… e assim vai se criando as Panelinhas o clube do bolinha…. que democracia é essa??? lamentavel,, ter que escolher o menos pior… ao inves do melhor…

é Editor do Mundocross, site que foi lançado por causa de sua paixão por Motocross e Supercross. Em 1990 ele começou a escrever sobre motos no Jornal VS, em São Leopoldo, no RS, numa coluna onde escrevia sobre Trilhas, Enduro e Motocross. Depois também escreveu para o Jornal O Pódium, Revista Moto Action. Nestes 24 anos teve experiências em eventos internacionais, como Mundiais de Motocross, AMA Supercross, AMA Motocross, Motocross das Nações e US Open Supercross.

Desenvolvido por GetFly