Resultados de domingo da Superliga de MX em Chapecó

Por Divulgação | Fotos por Divulgação | 06 de Maio de 2012 - 19:41

A Superliga Brasil de Motocross 2012 entra na reta final. Neste domingo, 6 de maio, os pilotos protagonizaram disputas emocionantes na pista de 1.800 metros do Autódromo Internacional de Chapecó, Santa Catarina. Desta vez, os líderes da MX Pró, Carlos Campano (#115); Eduardo ‘Dudu’ Lima (#2), da MX2; Gustavo Pessoa (#117), da Júnior, foram superados por Adam Chatfield (#407), Hector Assunção (#30) e Fábio dos Santos (#87), que com muito suor, conquistaram a quarta etapa e deixaram ainda mais eletrizante a competição.

Apesar de ter ficado em quinto no somatório geral, Campano, que correu com dores na virilha direita, segue líder absoluto da MX Pró com 188 pontos, 29 a mais que Adam, segundo colocado. Com vantagem de quatro pontos para Thales, Dudu está na frente da classificação da MX2. Já Gustavo é o primeiro na Júnior com 94 pontos.

O próximo desafio da Superliga Brasil de Motocross será nos dias 16 e 17 de junho em Brasília, no Distrito Federal.

Clique aqui e confira os resultados completos da quarta etapa disputada em Chapecó

Bateria Única Categoria Júnior
O piloto Ricardo Jurça (#991) fez o holeshot, mas logo na sequência foi ultrapassado por Gustavo Pessoa (#1117) e Fábio dos Santos (#87). Assim como nas etapas anteriores, os ponteiros do campeonato ditavam o ritmo da prova. Enzo Lopes (#92), então terceiro colocado, caiu nas primeiras voltas e perdeu três posições. Depois de revezar com Gustavo na ponta, Fábio deu a cartada final. O piloto superou o concorrente e conquistou a vitória. A segunda posição ficou com Gustavo, seguido de Enzo que se recuperou na prova. “Consegui me adaptar rapidamente à pista. Errei em um momento na corrida e fui ultrapassado. Mas consegui recuperar a posição no final”, comenta Fábio, vice-líder da Superliga.

Pódio da categoria 85 na etapa da Superliga em Chapecó

Pódio da categoria 85 na etapa da Superliga em Chapecó

Primeira Bateria MX2
Gustavo Henn (#90) fez ótima largada, mas foi Anderson Amaral quem pulou para ponta. Hector Assunção (#30), Dudu Lima (#2) e Thales Vilardi (#27) o acompanhavam. Mais rápido, Anderson aumentava a vantagem. Após duas quedas na ferradura, Hector ficou para trás. Dudu e Thales se beneficiaram e foram para segundo e terceiro. Com sete minutos para o fim, Dudu encurtou a distância para o líder da prova e deixou a corrida emocionante. Apesar das tentativas de Dudu, Anderson resistiu à pressão e chegou a primeira vitória na MX2. “Vinha buscando esta vitória há um bom tempo. Fiz boa largada e consegui abrir para o segundo. Cansei no final, mas venci”, declara Anderson.

Largada da primeira bateria da MX2 em Chapecó

Largada da primeira bateria da MX2 em Chapecó

Segunda Bateria MX2
Hector Assunção fez o holeshot, mas na segunda curva foi superado por Anderson Amaral. O vencedor da bateria inicial permaneceu na frente apenas três voltas, quando foi ultrapassado por Hector e Thales. Também em ritmo forte, Rafael Faria (#116) e Dudu Lima ganharam a posição de Anderson. Sem ninguém pela frente, Hector cruzou a linha de chegada em primeiro, seguido de Thales e Rafael. “Cometi dois erros na primeira bateria que me custaram caro. Já na segunda fiz o holeshot e estive mais concentrado, o que me ajudou a vencê-la”, afirma Hector.

Largada da segunda bateria da MX2 em Chapecó

Largada da segunda bateria da MX2 em Chapecó

Primeira Bateria MX PRÓ
Adam Chatfield fez o holeshot. O inglês era seguido por Leandro Silva (#14), Carlos Campano (#115) e Jorge Balbi (#1). Enquanto Adam comandava a prova e abria distância, a briga pelo segundo lugar esquentava. Leandro segurou por algumas voltas o posto, porém Campano o ultrapassou. Na 14ª volta, Balbi foi para cima de Leandro e ganhou o terceiro lugar. No entanto, duas voltas depois, o mineiro errou na ferradura e caiu. Assim, Leandro deu o troco. Já Adam venceu a primeira na temporada. Campano foi segundo. “Fiz o holeshot e me mantive em primeiro durante toda a corrida. Apesar de ter sido complicada, não cometi erros e consegui a vitória”, destaca Adam.

Largada da categoria MX Pró em Chapecó

Largada da categoria MX Pró em Chapecó

Segunda Bateria MX PRÓ
Wellington Garcia (#21) assumiu a liderança na queda do gate e foi perseguido por Jorge Balbi. Ainda nas voltas iniciais, Adam e Campano ultrapassaram Leandro e foram para terceiro e quarto. Enquanto isso, Balbi atacava Wellington, que segurava de todas as formas o mineiro. No final, Wellington conquistou a vitória. Balbi em segundo, seguido de Adam. Na última volta, Leandro ultrapassou Campano e finalizou em quarto. “Minha ficha ainda não caiu. A cada volta tentava dar o meu melhor. No final cansei, mas quando vi meu pai no pit-lane incentivando, não podia deixar passar estar oportunidade”, coloca o emocionado Wellington.

Wellington Garcia foi o vencedor da segunda bateria da MX Pró

Wellington Garcia foi o vencedor da segunda bateria da MX Pró

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Comentários

juraci souza disse:

perfeito nos comentarios henrique, e tem mais ainda a categoria 230 nem premiação eles dão, esse romagnolli precisa de um pouco de vergonha

italu disse:

BRIGARAM MESMO NA PORRADA OU NO BATE BOCA SO.

pedro disse:

Pedro !!

Peço que se identifique com nome completo e email válido, ok.

Grato,

Jorge Soares

henrique disse:

PS : QUEM VIU A BRIGA DOS TECNICOS (PAIS) DOS PILOTOS. AMARAL E TAHLES ,PORQUE NAO SUSPEDEM OS PILOTOS????PQ SENÃO NAO DA GATE QUE VERGONHA……

henrique disse:

vergonhoso este campeonato se assim podemos chamar, MEIA DUZIA de gato pingado em cada gate e voces da imprensa perdem tempo
com esta titica…QUERIA SABER SO QUE NÃO VAMOS QUANTO CADA PATROCINADOR ESTA PONDO NESTA MELECA…EAS PILOTADA ESCRAVIZADA MUITO BEM PESSOAL VAMOS BOICOTAR MESMO ESTE CAMPEONATINHO DE ……

Leo Souza disse:

parabens ao Wellington Garcia, apesar de tudo que passou ano passado vem mostrando superação a cada dia… força piloto.. quero ver voce campeao novamente do brasileiro e super liga…

é Editor do Mundocross, site que foi lançado por causa de sua paixão por Motocross e Supercross. Em 1990 ele começou a escrever sobre motos no Jornal VS, em São Leopoldo, no RS, numa coluna onde escrevia sobre Trilhas, Enduro e Motocross. Depois também escreveu para o Jornal O Pódium, Revista Moto Action. Nestes 24 anos teve experiências em eventos internacionais, como Mundiais de Motocross, AMA Supercross, AMA Motocross, Motocross das Nações e US Open Supercross.

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