Mundial de MX aumenta expectativa dos brasileiros

Por VipComm Comunicação | Foto por Divulgação | 18 de Março de 2014 - 19:04

A cada ano a etapa brasileira do campeonato Mundial de Motocross é uma nova oportunidade para os pilotos brasileiros trocarem informações com os estrangeiros, observarem técnicas de pilotagem e adquirirem experiência. São com estes conceitos que os 11 representantes do país, de cinco Estados, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Minas Gerais e Sergipe, disputarão a terceira etapa da competição, nos dias 29 e 30 de março, em Penha, Santa Catarina, no Beto Carrero World.

Na categoria MXGP (ex-MX1), que tem o italiano Antonio Cairoli, heptacampeão do Mundial, como principal favorito, cinco pilotos representam as cores verde e amarelo: Anderson Cidade, de Santa Catarina. Jean Ramos e Rafael Faria, do Paraná. Thales Vilardi, de São Paulo, e Antonio Jorge Balbi Júnior, de Minas Gerais. “Estou bem animado com a prova. Desde 2010 não corro com uma 450cc. Gosto de andar com a moto, cheguei a fazer alguns treinos com ela. Quero me divertir”, comenta Thales.

Entre os brasileiros, Balbi é o piloto que possui mais experiência internacional, em disputas de provas do Mundial, além do AMA Supercross e AMA Motocross. Apesar de não estipular uma meta, o mineiro espera estar entre os estrangeiros durante as baterias da MXGP. “Meu objetivo é sempre buscar a melhor colocação e tentar ser o melhor brasileiro. O GP Brasil é a mais divertida da temporada. Corro sem pressão. Mas nem por isso vou deixar de manter a concentração. A meta é conseguir se misturar entre os europeus”, destaca o piloto.

Já na MX2, categoria com pilotos de até 22 anos e motos de 250 cilindradas, serão seis participantes nacionais: Endrews Armstrong, do Paraná. Hector Assunção, Anderson Amaral, Caio Lopes e Fábio Santos, de São Paulo, e Rodrigo Lama, de Sergipe. “Andar com os principais pilotos do mundo ajuda muito a nós brasileiros. É uma oportunidade de aprendermos mais”, define Hector.

De Aracaju (SE), o piloto Rodrigo Lama irá cruzar o Brasil para disputar a competição internacional. Ele vê o Mundial de Motocross como um treino de “luxo” para temporada brasileira. “A prova servirá de parâmetro para mim. Sou o único do Nordeste e fica difícil disputar provas regionais com os pilotos de ponta, que normalmente são do Sul e Sudeste, por conta da distância. Por isso, quero ver como estarei em relação a eles antes do Campeonato Brasileiro”, coloca Rodrigo, de 21 anos.

Além dos brasileiros, a lista divulgada pela CBM (Confederação Brasileira de Motociclismo) conta com dois pilotos estrangeiros já confirmados, que atualmente disputam competições no Brasil: o espanhol Carlos Campano e o equatoriano Jetro Salazar.

Categoria MXGP

Anderson Cidade – São José (SC)
Jorge Balbi Júnior – Belo Horizonte (MG)
Jean Ramos – Curitiba (PR)
Rafael Faria – Rio Branco do Sul (PR)
Thales Vilardi – São Paulo (SP)
Carlos Campano  – Espanha
Jetro Salazar – Equador

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Jorge Balbi Júnior

Categoria MX2

Anderson Amaral – Borborema (SP)
Caio Lopes – São Paulo (SP)
Endrews Armstrong – Curitiba (PR)
Fábio Santos – Itatiba (SP)
Hector Assunção – Osasco (SP)
Rodrigo Lama – Aracaju (SE)

Serviço
GP Brasil de Motocross 2014
Data: 29 e 30 de março
Local: Beto Carrero World
Cidade: Penha (SC)
Ingressos: www.ticket3.com.br

O GP Brasil de Motocross em Penha (SC), no Beto Carrero World, é uma realização da Romagnolli Promoções e Eventos, Federação Internacional de Motociclismo (FIM) e Youthstream. Patrocínio: Governo do Estado de Santa Catarina, Secretaria de Estado de Turismo, Cultura e Esporte e Fesporte. Copatrocínio: Yamaha, Pirelli e Riffel. Apoio do Beto Carrero World, Prefeitura de Penha, Almeida Júnior, Balneário Shopping, Norte Shopping, Neumarkt Shopping, A Revista da Moto!, Revista Dirt Action, Diário de S. Paulo, Rádio Transamérica FM 99,7 e Confederação Brasileira de Motociclismo (CBM).

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é Editor do Mundocross, site que foi lançado por causa de sua paixão por Motocross e Supercross. Em 1990 ele começou a escrever sobre motos no Jornal VS, em São Leopoldo, no RS, numa coluna onde escrevia sobre Trilhas, Enduro e Motocross. Depois também escreveu para o Jornal O Pódium, Revista Moto Action. Nestes 24 anos teve experiências em eventos internacionais, como Mundiais de Motocross, AMA Supercross, AMA Motocross, Motocross das Nações e US Open Supercross.

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